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	<title>Estudos Africanos</title>
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	<description>José Carlos Oliveira - Doutor/Ph.D.</description>
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		<title>Os Zombo</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 18:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Doutor José Carlos Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos Africanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Este subgrupo étnico, também conhecido por Bazombo, Bambata (Ba Mbata), foi considerado como a elite mercantil da região de M&#8217;Bata e parte integrante do célebre Reino do Kongo . O seu chefe ancestral, Nsaku Ne Vunda ou Mani
Mongo exerceu durante séculos o poder terreno sob o manto sagrado matrilinearda kanda Nsaku.
A sua privilegiada localização geográfica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este subgrupo étnico, também conhecido por Bazombo, Bambata (Ba Mbata), foi considerado como a elite mercantil da região de M&#8217;Bata e parte integrante do célebre Reino do Kongo . O seu chefe ancestral, Nsaku Ne Vunda ou Mani<br />
Mongo exerceu durante séculos o poder terreno sob o manto sagrado matrilinearda kanda Nsaku.</p>
<p>A sua privilegiada localização geográfica, entre o Norte de Angola e o Sul da República Democrática do Congo está implantada num extenso planalto situado entre 1000 a 1100 metros de altitude e esta prerrogativa terá estado na base da escolha das íntimas relações que vieram a estabelecer-se entre o mítico Nimi a Lukeni, o&#8221;mwana&#8221; de Nsaku (leia-se o primogénito) e a autoridade mítica do grupo Kongo. O seu chefe Mani Vunda era o legítimo herdeiro do poder religioso e o principal eleitor dos reis.</p>
<p>Usaram e usam ainda, o poder religioso como suporte fundamental do seu mando, porém, com uma singularidade: sublimaram esse mesmo poder no controle das rotas comerciais entre o rio Zaire ao Norte e o rio kuanza ao Sul.<br />
Foram e continuam a ser parceiros comerciais privilegiados entre outros, de portugueses, holandeses, franceses, belgas, ingleses, alemães, americanos e ultimamente de russos, cubanos, chineses e até coreanos.</p>
<p>Os Zombo souberam aproveitar das situações diplomáticas e comerciais em que intervieram (e continuam a intervir), assumindo-se agentes activos privilegiados entre os povos do interior e do litoral das bacias do rio Zaire e Kuanza. A sua apetência pelo tráfico de todo o tipo de mercadorias afectou profundamente a sua existência. O ambiente natural e a sua cultura imediatista, relacionada com o comércio de longa distância, levaram a que sejam considerados como comerciantes natos, daí, a sua sedução pelo comércio desde a mais tenra idade.</p>
<p><strong>Palavras chave:</strong><br />
Angola, Congo, reino do Kongo, independência, comércio internacional, diplomacia, poder religioso, comércio local, elite mercantil, contrabando, clãs, colonização, magia e religião.</p>
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